O sol brilha nos olhos
A manhã convida para dançar
A porta se abre de esperança
O caminho é vasto como o mundo...
Tudo parece clichê
E tudo parece tão perfeito
A cidade é um desenho
Feito por você...
Mas repare bem nas janelas
Há sempre alguém com saudade
Há sempre alguém fugindo por elas
Em busca de liberdade...
Eu contemplo a tempestade
Entre a razão e o coração
Dentro de um copo d’água está a paixão
O amor perambula pela cidade...
O mundo está por um fio
Há destruição por todos os lados
O homem já sente o vazio
Pois não somos deuses alados...
Hoje eu acordei poeta
Tem um mundo em meus olhos
Olhei bem pela fresta
Você linda nos abrolhos...
Todo mundo faz confusão
Entre o coração e a razão
Eu contemplo a tempestade
O amor e a cidade...
MAURO ROCHA 01/03/2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
FOGO E ÁGUA
Queria o silêncio que nada dizia
Olhava um olhar no vazio do dia
E todos procuram o mesmo caminho
E todos procuram carinho...
E assim navegava na água do rio
E assim queimava seu olhar sozinho
E tudo era tão bem escrito
Era tudo tão bem dito...
Quando acordou percebeu que ainda era dia
Da noite que não terminava
No espelho um rosto sem expressão
Na boca um gosto de hortelã
A vida inteira esperou por uma chance
E quando achou que era sua vez, mergulhou na tempestade...
Das loucuras que lia nos livros
Das aventuras que o acordava em seus delírios
A vida inteira esperou por uma chance
E quando achou que era sua vez, não sabia o que era paixão...
Ficou louco no abismo sem horizonte
Aventurou-se no amor coberto de ilusão
Queria o silêncio que nada dizia
Olhava um olhar no vazio do dia
Já não sabia se mergulhava na tempestade
Ou se descobria o que era paixão
Mas nem tudo era como nos livros
Mas nem tudo era como nos seus delírios
Mas sempre haverá um abismo
No horizonte do amor...
MAURO ROCHA 25/02/2010
Olhava um olhar no vazio do dia
E todos procuram o mesmo caminho
E todos procuram carinho...
E assim navegava na água do rio
E assim queimava seu olhar sozinho
E tudo era tão bem escrito
Era tudo tão bem dito...
Quando acordou percebeu que ainda era dia
Da noite que não terminava
No espelho um rosto sem expressão
Na boca um gosto de hortelã
A vida inteira esperou por uma chance
E quando achou que era sua vez, mergulhou na tempestade...
Das loucuras que lia nos livros
Das aventuras que o acordava em seus delírios
A vida inteira esperou por uma chance
E quando achou que era sua vez, não sabia o que era paixão...
Ficou louco no abismo sem horizonte
Aventurou-se no amor coberto de ilusão
Queria o silêncio que nada dizia
Olhava um olhar no vazio do dia
Já não sabia se mergulhava na tempestade
Ou se descobria o que era paixão
Mas nem tudo era como nos livros
Mas nem tudo era como nos seus delírios
Mas sempre haverá um abismo
No horizonte do amor...
MAURO ROCHA 25/02/2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
POEMA DO AMOR LOUCO (terceiro ato)
A vida assim se faz assim
E um casal viver em transformação
Das alegrias do tempo então
Das tristezas que um dia tem fim
E muitas loucuras são apenas ciúmes
E muitas travessuras são saboreadas em sorrisos
E muitas aventuras são dispensáveis
E na contagem do tempo vencem os sorrisos...
Do conhecer ao namorar
Do namorar ao noivar
Do noivar ao casar
A vida se renova a cada luar
E tudo tão perfeito de um dia para o outro
Tudo tão belo e ainda com um sorriso no rosto
Por saber que ao tempo e ao vento estão juntos
E assim começa esse poema do amor louco...
MAURO ROCHA 24/02/2010
E um casal viver em transformação
Das alegrias do tempo então
Das tristezas que um dia tem fim
E muitas loucuras são apenas ciúmes
E muitas travessuras são saboreadas em sorrisos
E muitas aventuras são dispensáveis
E na contagem do tempo vencem os sorrisos...
Do conhecer ao namorar
Do namorar ao noivar
Do noivar ao casar
A vida se renova a cada luar
E tudo tão perfeito de um dia para o outro
Tudo tão belo e ainda com um sorriso no rosto
Por saber que ao tempo e ao vento estão juntos
E assim começa esse poema do amor louco...
MAURO ROCHA 24/02/2010
POEMA DO AMOR LOUCO (segundo ato)
Eu fiz um desafio-brincadeira à Ana Cristina Quevedo do INCONGUENTE LISURA para fazer o "segunto ato do Poema do Amor Louco" e ficou na minha opnião ótimo e agora vou fazer o terceiro e último ato, espero que fique a altura do segundo ato.
No cabelo, a fita amarela
O vestido, branco da espera
Ela aguarda o moço que, em breve
Afagará de manso, de leve
O coração a palpitar
As mãos que se unem, palma a palma
Na loucura que reserva a paixão
Pois depois do encontro de almas
Cada minuto é encanto, é beleza
Secou da moça a tristeza
Amansando sua emoção
E como da Vida, o decurso ameno
Casaram-se logo em dezembro
Nunca se viu noivos tão radiantes
Ela, contrita, ele galante
Emanando dos dois, a luz vibrante
A felicidade dos dois no altar
Com mil promessas solenes a jurar
Comoveu a todos que lá estavam
E que com eles, lágrimas espalhavam
Pela capela pequena a rezar
Tudo tão perfeito, tão completo
Tudo tão belo, de amor repleto
E assim começavam os dois: um casal
Ana Cristina Quevedo
No cabelo, a fita amarela
O vestido, branco da espera
Ela aguarda o moço que, em breve
Afagará de manso, de leve
O coração a palpitar
As mãos que se unem, palma a palma
Na loucura que reserva a paixão
Pois depois do encontro de almas
Cada minuto é encanto, é beleza
Secou da moça a tristeza
Amansando sua emoção
E como da Vida, o decurso ameno
Casaram-se logo em dezembro
Nunca se viu noivos tão radiantes
Ela, contrita, ele galante
Emanando dos dois, a luz vibrante
A felicidade dos dois no altar
Com mil promessas solenes a jurar
Comoveu a todos que lá estavam
E que com eles, lágrimas espalhavam
Pela capela pequena a rezar
Tudo tão perfeito, tão completo
Tudo tão belo, de amor repleto
E assim começavam os dois: um casal
Ana Cristina Quevedo
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
POEMA DO AMOR LOUCO (Primeiro Ato)
Na mão esquerda uma rosa
Na mão direita um sonho de valsa
E tudo parece prosa
Ao pé da escada...
O beijo mais que prometido
Depois de tanto desejo
Era um mundo aberto
De um horizonte perdido...
As promessas e os acontecimentos
Resultaram na união
Dos corpos cósmicos
Estrelas e explosões...
E a vida assim seguia
Como um conto de fadas
Até os passarinhos faziam serenata...
Tudo tão perfeito de um dia para o outro
Tudo tão belo com um sorriso no rosto
E assim começava aquele namoro...
MAURO ROCHA 22/02/2010
Na mão direita um sonho de valsa
E tudo parece prosa
Ao pé da escada...
O beijo mais que prometido
Depois de tanto desejo
Era um mundo aberto
De um horizonte perdido...
As promessas e os acontecimentos
Resultaram na união
Dos corpos cósmicos
Estrelas e explosões...
E a vida assim seguia
Como um conto de fadas
Até os passarinhos faziam serenata...
Tudo tão perfeito de um dia para o outro
Tudo tão belo com um sorriso no rosto
E assim começava aquele namoro...
MAURO ROCHA 22/02/2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
...VEM O CARNAVAL...
Às vezes o tempo passa
E sem pressa
Eu ando pela praça
É quando a saudade aperta...
Sem pressa folheio o jornal
Entre a política e a cidade vem o carnaval
E lembro-me quando eu era o pierrot
Hoje sou apenas admirador...
Mas tudo é fantasia
Mas tudo é alegria
Até a quarta-feira
Quando a cidade fica vazia...
Às vezes o tempo passa
Mas ele ainda não passou
Fecho os olhos e com a multidão eu vou
Dançando com a cabrocha mais linda...
Mas tudo é fantasia
Mas tudo é alegria
Até a quarta-feira
Quando a cidade fica vazia...
Então ando pela praça
É quando a saudade aperta...
MAURO ROCHA 10/02/2010
E sem pressa
Eu ando pela praça
É quando a saudade aperta...
Sem pressa folheio o jornal
Entre a política e a cidade vem o carnaval
E lembro-me quando eu era o pierrot
Hoje sou apenas admirador...
Mas tudo é fantasia
Mas tudo é alegria
Até a quarta-feira
Quando a cidade fica vazia...
Às vezes o tempo passa
Mas ele ainda não passou
Fecho os olhos e com a multidão eu vou
Dançando com a cabrocha mais linda...
Mas tudo é fantasia
Mas tudo é alegria
Até a quarta-feira
Quando a cidade fica vazia...
Então ando pela praça
É quando a saudade aperta...
MAURO ROCHA 10/02/2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
CONTOS E JORNAIS
Depois de tanto falar
E de tão pouco escutar
Sinto a brisa do mar
Vejo as ondas se quebrar
Quem nunca falou tanto com o amor
Quem nunca escutou pouco sobre o amar
As nuvens que nos leva ao céu
São as mesmas que acompanha as lágrimas do fel
Quem nunca se sentiu como a “Alice no País da Maravilhas?”
Quem nunca esperou o beijo da “Bela Adormecida?”
Você pode dizer “Isso parece uma sala vazia”
E eu vou dizer “São apenas palavras sem vida...”
Depois de tanto falar
Resolvi me erguer
Olhando as ondas do mar
No horizonte resolvi me perder
E tudo que se via era o pôr do sol
E ele escrevia em seu lençol
Fantasias além do mar
Na brisa dos olhos fechados ao amar...
E tudo que se via se falou
E ele escrevia o pouco que escutou
Com as nuvens paradas no céu
A saudade escorria como mel
E assim foi-se o dia
Que ele descobriu o amor
Na brisa suave que vinha
Nas ondas que se quebram com a dor
E assim foi-se a noite
Que ele descobriu o mar
Nas ondas perdidas do horizonte
Com os olhos fechados ao amar...
MAURO ROCHA 08/02/2010
E de tão pouco escutar
Sinto a brisa do mar
Vejo as ondas se quebrar
Quem nunca falou tanto com o amor
Quem nunca escutou pouco sobre o amar
As nuvens que nos leva ao céu
São as mesmas que acompanha as lágrimas do fel
Quem nunca se sentiu como a “Alice no País da Maravilhas?”
Quem nunca esperou o beijo da “Bela Adormecida?”
Você pode dizer “Isso parece uma sala vazia”
E eu vou dizer “São apenas palavras sem vida...”
Depois de tanto falar
Resolvi me erguer
Olhando as ondas do mar
No horizonte resolvi me perder
E tudo que se via era o pôr do sol
E ele escrevia em seu lençol
Fantasias além do mar
Na brisa dos olhos fechados ao amar...
E tudo que se via se falou
E ele escrevia o pouco que escutou
Com as nuvens paradas no céu
A saudade escorria como mel
E assim foi-se o dia
Que ele descobriu o amor
Na brisa suave que vinha
Nas ondas que se quebram com a dor
E assim foi-se a noite
Que ele descobriu o mar
Nas ondas perdidas do horizonte
Com os olhos fechados ao amar...
MAURO ROCHA 08/02/2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
(...) LUSCO-FUSCO
O pôr-do-sol reluzente
Nos traços mágicos do arquiteto
Faz a cidade mais presente
Junto ao paisagismo poético
E quando fecho os olhos...Cidade em cor
Vejo-me nos braços do Redentor
E como se fosse mágica vejo Belo Horizonte
Ou ando nas frases do poeta de Alegrete
De tudo que vejo me encanta a flor
A flor do desejo...Néctar do amor
Faz das pessoas mais presente
As estrelas com a lua reluzente
O alimento da alma...Poemas em tablete
Como se fosse mágica...O primeiro beijo
Nas ruas da cidade...Olho o horizonte
O amor reluzente...Poético desejo
MAURO ROCHA 26/01/2010
Nos traços mágicos do arquiteto
Faz a cidade mais presente
Junto ao paisagismo poético
E quando fecho os olhos...Cidade em cor
Vejo-me nos braços do Redentor
E como se fosse mágica vejo Belo Horizonte
Ou ando nas frases do poeta de Alegrete
De tudo que vejo me encanta a flor
A flor do desejo...Néctar do amor
Faz das pessoas mais presente
As estrelas com a lua reluzente
O alimento da alma...Poemas em tablete
Como se fosse mágica...O primeiro beijo
Nas ruas da cidade...Olho o horizonte
O amor reluzente...Poético desejo
MAURO ROCHA 26/01/2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
MISTURA BÁSICA
A gramática lança o verbo
Para o povo aprender
O sujeito que não é besta logo chama você!
E pinta de adjetivo tudo que vê
O poema lança a rima
Para o povo brincar
O sujeito que não é besta logo começa a cantar
E rima alegria com trilili, tralalá...
O povo lança a língua
Para a gramática se adaptar
O sujeito que não é besta fala tudo o que há
Rima, frase, diálogo, dialeto, e muito blá,blá,blá
A gramática lança o verbo
O poema lança a rima
O povo lança a língua
O sujeito que não é besta inventa o cotidiano...
MAURO ROCHA 20/10/2010
Para o povo aprender
O sujeito que não é besta logo chama você!
E pinta de adjetivo tudo que vê
O poema lança a rima
Para o povo brincar
O sujeito que não é besta logo começa a cantar
E rima alegria com trilili, tralalá...
O povo lança a língua
Para a gramática se adaptar
O sujeito que não é besta fala tudo o que há
Rima, frase, diálogo, dialeto, e muito blá,blá,blá
A gramática lança o verbo
O poema lança a rima
O povo lança a língua
O sujeito que não é besta inventa o cotidiano...
MAURO ROCHA 20/10/2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
O GRITO QUE NÃO QUER CALAR
A terra grita assim:
Mundo olhe para o Haiti
E tudo é miséria
E tudo é destruição
Mas desde quando?
De hoje?
De ontem?
Desde da sua criação?
E quantos “Haitis” ainda temos?
E quantos “Haitis” ainda teremos?
E a música já falava:
“O Haiti é aqui”
A terra grita assim:
A natureza vai se ajeitando
Vai se arrumando
Vai se adaptando
E o homem?
E o homem?
E o homem?
E o homem?
Vai sentindo
Com o gosto amargo
Com o coração apertado
Com a destruição do lado
Mas será que acabou?
Ou é apenas o inicio?
O mundo corre perigo
E nós “homens” fazemos parte disso
Fazemos parte do bem
Fazemos parte do mal
Fazendo a nossa parte
Para um ambiente social
MAURO ROCHA 18/01/2010
Mundo olhe para o Haiti
E tudo é miséria
E tudo é destruição
Mas desde quando?
De hoje?
De ontem?
Desde da sua criação?
E quantos “Haitis” ainda temos?
E quantos “Haitis” ainda teremos?
E a música já falava:
“O Haiti é aqui”
A terra grita assim:
A natureza vai se ajeitando
Vai se arrumando
Vai se adaptando
E o homem?
E o homem?
E o homem?
E o homem?
Vai sentindo
Com o gosto amargo
Com o coração apertado
Com a destruição do lado
Mas será que acabou?
Ou é apenas o inicio?
O mundo corre perigo
E nós “homens” fazemos parte disso
Fazemos parte do bem
Fazemos parte do mal
Fazendo a nossa parte
Para um ambiente social
MAURO ROCHA 18/01/2010
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