Prego: pregos!
Como já dizia Raul Seixas
E a gaveta bagunçada
E o dia passando na frente das calçadas
Tua fotografia no porta-retrato segura a parede
Lanço torpedos seguindo a tecnologia
Procuro planícies perdidas no horizonte
Na verdade me procuro entre o sapato e a meia
Conto as estrelas em dias ímpares
Na intenção de ver um disco voador
Na verdade controles remotos não são interessantes
Por isso jogo palavras no ventilador
Não sei quantos dias faltam para acabar o ano
Mas a folha em branco me traz um espanto
Rabisco sem simetria pontos convexo
Na verdade sento a mesa, bebo e converso
Nada tão natural como ser humano
Cheio de requisitos e falha
Cheio de trejeito e pano
Cada um na sua, procurando a metade, do outro lado da rua
Prego: pregos!
Como já dizia Raul Seixas
E a gaveta bagunçada
Meias, roupas, fotografias...
MAURO ROCHA 29/05/2010
Como já dizia Raul Seixas
E a gaveta bagunçada
E o dia passando na frente das calçadas
Tua fotografia no porta-retrato segura a parede
Lanço torpedos seguindo a tecnologia
Procuro planícies perdidas no horizonte
Na verdade me procuro entre o sapato e a meia
Conto as estrelas em dias ímpares
Na intenção de ver um disco voador
Na verdade controles remotos não são interessantes
Por isso jogo palavras no ventilador
Não sei quantos dias faltam para acabar o ano
Mas a folha em branco me traz um espanto
Rabisco sem simetria pontos convexo
Na verdade sento a mesa, bebo e converso
Nada tão natural como ser humano
Cheio de requisitos e falha
Cheio de trejeito e pano
Cada um na sua, procurando a metade, do outro lado da rua
Prego: pregos!
Como já dizia Raul Seixas
E a gaveta bagunçada
Meias, roupas, fotografias...
MAURO ROCHA 29/05/2010