quarta-feira, 18 de maio de 2011

NOS OLHOS DO FURAÇÃO

Os olhos cor de violeta

As borboletas em festa

A primavera em sua silhueta

Demonstra a poesia deserta



Canta na madrugado o galo

Nu o dia surge no orvalho

O espelho te encara de verdade

Alguns comem as migalhas da cidade



Outros morrem de saudade

O vento sempre muda de estação

Na nuvem que passa hoje

Amanhã e depois pego na sua mão



Alguns olham para o muro

Eu olho para o mundo

Que a poesia me oferece

Hoje é um dia, amanhã o povo esquece



Olhos cor de violeta

No meio do furação

A paixão avassaladora

Que toma conta do coração



A poesia de amor

A primavera que chegou

De mãos dadas na cidade

Eu sigo nas linhas do horizonte...


MAURO ROCHA 23/02/2011

6 comentários:

Tatiana disse...

Poeta... A leitura de tão bela poesia parecia dar vida a uma gostosa canção!

Apreciei muito a sua criação!

Um abraço carinhoso

Nuestro Cielo disse...


Boa noite, Mauro!

Nós, Wilson e Sanzinha, viemos avisar que agora nós escrevemos juntos em um novo blog, o Nuestro Cielo. Como sua amizade é importante para nós e não queremos perder o contato, pedimos que você nos visite em nossa nova casa e nos siga lá. Segue o link:

http://lonuestrocielo.blogspot.com/

Já estamos te seguindo com nosso novo perfil. 
Os blogs "Bom Ruim Assim Assim" e "Jardim Secreto de Sanzinha" serão excluídos. Pode até excluí-los de sua lista de visitas.

Então é isso! Esperamos você em nossa nova casa!

Um beijo grande e um abraço apertado!

Wilson e Sanzinha.

Pat. disse...

Escrevendo cada vez melhor!

Saudades Imensa...
Beijos.

Nuestro Cielo disse...

Mauro,

Vim te desejar um dia cheio de magia!

Para terminar, uma musiquinha para alegrar o coração:

http://www.youtube.com/watch?v=GaKyzvleiv8

Beijo grande!

Sanzinha

Tatiana Moreira disse...

Você faz parte da alegria que eu estou sentindo... Por essa razão conto com a sua presença em meu blog, participando do sorteio que será realizado!
Sinta-se carinhosamente abraçado.

Bandys disse...

Mauro,

Belo poema..

Eu morro de saudade de seus poemas.

beijos moço