As estrelas estão aqui
A lua ficou lá
A imaginação alimenta os sentimentos
Meus dias são feitos de observações
Meus desejos detalhados então
Meus segredos sussurrados
O mapa está na mão
Difícil não é saber a direção
difícil é começar a caminhar...
MAURO ROCHA 08/05/2008
quinta-feira, 8 de maio de 2008
quarta-feira, 7 de maio de 2008
CONTOS NOTURNOS
Descendo as montanhas cortando o vento
O cavaleiro da noite procura cabeças
Procura corpos, procura almas...
No desfiladeiro ele encontra a morte
Depois de uma boa conversa e um jogo de xadrez
A morte lhe conta os segredos mais sórdidos
O cavaleiro ri de suas criancices e parte para sua busca
A morte em sua curiosidade fugaz pergunta ao cavaleiro:
_ o que buscas?
O cavaleiro dá uma gargalhada estridente e responde:
_Procuro o que todos procuram
A morte então diz: _ A felicidade?
O cavalheiro:_ Não!! Pois a felicidade está nos pequenos detalhes...
A morte: _O que então??
O cavaleiro: _ O amor!!!
A morte deu uma risada e perguntou ironicamente:
_ O amor verdadeiro ou o platônico?
O Cavaleiro com um sorriso singelo respondeu:
_ O amor platônico cegou-me uma vez,
Procuro o amor verdadeiro,
Nas entranhas da amada,
No sorriso da esposa,
Nos olhos da mulher,
Sem medo de entrar no fogo,
O amor puro e denso...
A morte: _Então siga seu caminho
E quando nos encontrarmos novamente
Diga-me que gosto tem esse Amor...
MAURO ROCHA 07/05/2008
O cavaleiro da noite procura cabeças
Procura corpos, procura almas...
No desfiladeiro ele encontra a morte
Depois de uma boa conversa e um jogo de xadrez
A morte lhe conta os segredos mais sórdidos
O cavaleiro ri de suas criancices e parte para sua busca
A morte em sua curiosidade fugaz pergunta ao cavaleiro:
_ o que buscas?
O cavaleiro dá uma gargalhada estridente e responde:
_Procuro o que todos procuram
A morte então diz: _ A felicidade?
O cavalheiro:_ Não!! Pois a felicidade está nos pequenos detalhes...
A morte: _O que então??
O cavaleiro: _ O amor!!!
A morte deu uma risada e perguntou ironicamente:
_ O amor verdadeiro ou o platônico?
O Cavaleiro com um sorriso singelo respondeu:
_ O amor platônico cegou-me uma vez,
Procuro o amor verdadeiro,
Nas entranhas da amada,
No sorriso da esposa,
Nos olhos da mulher,
Sem medo de entrar no fogo,
O amor puro e denso...
A morte: _Então siga seu caminho
E quando nos encontrarmos novamente
Diga-me que gosto tem esse Amor...
MAURO ROCHA 07/05/2008
terça-feira, 6 de maio de 2008
DEIXEMOS A LUZ ENTRAR
No blog da Clarice na Janela, ela está com um projeto: "Deixemos a luz entrar" e entrando nessa "Luz" resolvi fazer esse poema:
No quarto uma vela
Na sala um lampião
Na noite a lua
No dia o sol
Nos meus olhos...
...Teu coração.
MAURO ROCHA 06/05/2008
No quarto uma vela
Na sala um lampião
Na noite a lua
No dia o sol
Nos meus olhos...
...Teu coração.
MAURO ROCHA 06/05/2008
SLOGAN
Preciso ver o sol pela última vez
E a lua para dizer adeus
Preciso abrir os olhos na hora exata
E controlar a respiração no meio da madrugada
Preciso aprender a língua dos anjos
E saborear os desejos mundanos
Preciso aprender a morrer
E depois sair andando...
Preciso te conhecer
E saber quem sou eu...
MAURO ROCHA 22/01/2002
E a lua para dizer adeus
Preciso abrir os olhos na hora exata
E controlar a respiração no meio da madrugada
Preciso aprender a língua dos anjos
E saborear os desejos mundanos
Preciso aprender a morrer
E depois sair andando...
Preciso te conhecer
E saber quem sou eu...
MAURO ROCHA 22/01/2002
NOITES URBANAS
Os olhos da garota estavam cheios
Eram ondas esbugalhadas nas pedras
Sua vida parecia não ter freios
Eram mais uma noite "das noites urbanas"
Ela sevia aos desejosos
Ela era sevida para olhos famintos
No seu íntimo ela chorava:
_Eu vendo meu corpo, não minha alma...
Os olhos da garota estavam cheios...
MAURO ROCHA 30/01/03
Eram ondas esbugalhadas nas pedras
Sua vida parecia não ter freios
Eram mais uma noite "das noites urbanas"
Ela sevia aos desejosos
Ela era sevida para olhos famintos
No seu íntimo ela chorava:
_Eu vendo meu corpo, não minha alma...
Os olhos da garota estavam cheios...
MAURO ROCHA 30/01/03
...VEM...E VAI....
Vorazmente naveguei os mares
Sagazmente atravessei os vales
No silêncio da noite
Debruçado em teus braços...
MAURO ROCHA 29/01/2002
Sagazmente atravessei os vales
No silêncio da noite
Debruçado em teus braços...
MAURO ROCHA 29/01/2002
segunda-feira, 5 de maio de 2008
FOGOSAS
Num jardim de ébano
As flores são amarelas
A luz acaricia pétalas
Entre nuvens choronas
Apaixonadas pelo perfumes
Das rosas
Que dançam fogosas
nos braços do vento...
MAURO ROCHA 14/12/01
DILUÍDO
Distraído entre sombras
Procuro palavras-chaves
Nas areias do deserto
Onde encontrei um sorriso
Nas miragens dos olhos
No desejo da boca
No calor do corpo
O suor do rosto
Que encontra lágrimas
Nos dias de sol
Nas noites de lua
No labirinto da vida
Procurando a saída
Nas linhas da mão
Pelas esquinas
Pelos olhares
no Canto da boca
Distraído
Diluído
Parado
Vendo o mundo girar...
Girando
Vendo o mundo parar...
MAURO ROCHA 13/09/01
Procuro palavras-chaves
Nas areias do deserto
Onde encontrei um sorriso
Nas miragens dos olhos
No desejo da boca
No calor do corpo
O suor do rosto
Que encontra lágrimas
Nos dias de sol
Nas noites de lua
No labirinto da vida
Procurando a saída
Nas linhas da mão
Pelas esquinas
Pelos olhares
no Canto da boca
Distraído
Diluído
Parado
Vendo o mundo girar...
Girando
Vendo o mundo parar...
MAURO ROCHA 13/09/01
quinta-feira, 1 de maio de 2008
DIA DO TRABALHADOR
Manhã, acordar bom dia oi
O café, deixo para depois
Não quero chegar atrasado
Nada de ônibus lotado
É trabalho, é trabalho, é trabalho
Muitas vezes por migalhas
Mas dá para comprar o pão...
É trabalho, é trabalho, é trabalho
Algumas vezes é com prazer
Ai vamos até de avião...
É trabalho, é trabalho, é trabalho
Mas tem que ter diversão
A cachaça, a cerveja, o coração...
Manhã, tarde ou noite
O trabalho não tem horário
Seis horas, oito horas ou corrido
De domingo a domingo...
O trabalho é isso
Tem que ter resultado
Prazeroso ou sofrido
É o seu trabalho...
MAURO ROCHA 01/05/2008
O café, deixo para depois
Não quero chegar atrasado
Nada de ônibus lotado
É trabalho, é trabalho, é trabalho
Muitas vezes por migalhas
Mas dá para comprar o pão...
É trabalho, é trabalho, é trabalho
Algumas vezes é com prazer
Ai vamos até de avião...
É trabalho, é trabalho, é trabalho
Mas tem que ter diversão
A cachaça, a cerveja, o coração...
Manhã, tarde ou noite
O trabalho não tem horário
Seis horas, oito horas ou corrido
De domingo a domingo...
O trabalho é isso
Tem que ter resultado
Prazeroso ou sofrido
É o seu trabalho...
MAURO ROCHA 01/05/2008
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