quarta-feira, 4 de março de 2009

CASTELOS E SUAS TORRES

O amor...
Sempre o amor
Que move as montanhas
Enlouquece as entranhas
O amor...

O amor que sinto por ti
Tão indescritível
Tão invisível
Tão ao vivo

Que começa a chover
E meus olhos atravessados
Na infinita avenida
O corpo molhado
O corpo molhado
Linda
Linda
Tua alma...

E o amor...
Sempre o amor
Que fala sem falar
Que chora sem lacrimejar
Que infinita o olhar...

O amor que sinto por ti
Está além das palavras em meus lábios
Está além da saudade que o tempo produz
Único, lúdico,
Que começa a chover
Para que um dia você possa perceber...

O amor...
MAURO ROCHA 04/03/2009

4 comentários:

Lampejos disse...

Poeta Mauro,

O amor..
quem nunca percebeu?!

É o que supera os desafios sem medo do momento.

Maravilhoso poema!...


(a)braços,flores,girassóis:)

Dry Neres disse...

É muito lindo esse texto... Eu confesso que chorei... O amor tem tirado minha sanidade, mas continua sendo sopro pro meu acordar...
Muita, muita saudade de vc!
Bjo

Deusa Odoyá disse...

Olá meu mestre, poeta Mauro Rocha.
Um poema digno da nobreza de um poeta.
muito lindo,puro e iluminado.
Muita paz, amor e luz.
Uma semana de muitas graças do senhor.
Beijinhos doces para vc. e sua familia.
Regina Coeli.

Noslen ed azuos disse...

É sempre gostoso ler suas poesias, são como água que bebemos na sede.

Abração
ns