Chegou outubro
E não rimo nada
E já é tarde, quase madrugada
A palavra dorme
Meus olhos fixos na cidade
Da TV que continua ligada
Mas de repente vem uma sensação
Uma vontade de escrever na mão
Tudo em quatro letras
E o vento entra pela janela
Trazendo perfumes da noite
E eu aqui mordendo um biscoito
Será que rimo tudo isso com oito?
Ou saboreio a madrugada em chamas...
Para rimar com a palavra cama
Mas tudo parece tão óbvio
Ou serão óvnis aquelas estrelas?
Que a madrugada presenteia...
Não sei, não sei, não sei
Tudo o que acontece
Realmente não sei
Apenas sei dizer
Que tudo se resume
Em quatro letras
Pense, pense, pense
Vamos lá
Começa com A
E é como navegar
Ou seria flutuar?
Ou apenas sonhar...
Depois vem o M
E dá um treme-treme
E tem hora que sua frio
Mas é tão gostosinho...
E não se esqueça do O
E tudo vem como ondas
Parece que tudo está no ar
É como navegar...
E o grand finale vem com R
Risos, rios, raios de sol
E a noite rima com lençol...
MAURO ROCHA 02/10/10
E não rimo nada
E já é tarde, quase madrugada
A palavra dorme
Meus olhos fixos na cidade
Da TV que continua ligada
Mas de repente vem uma sensação
Uma vontade de escrever na mão
Tudo em quatro letras
E o vento entra pela janela
Trazendo perfumes da noite
E eu aqui mordendo um biscoito
Será que rimo tudo isso com oito?
Ou saboreio a madrugada em chamas...
Para rimar com a palavra cama
Mas tudo parece tão óbvio
Ou serão óvnis aquelas estrelas?
Que a madrugada presenteia...
Não sei, não sei, não sei
Tudo o que acontece
Realmente não sei
Apenas sei dizer
Que tudo se resume
Em quatro letras
Pense, pense, pense
Vamos lá
Começa com A
E é como navegar
Ou seria flutuar?
Ou apenas sonhar...
Depois vem o M
E dá um treme-treme
E tem hora que sua frio
Mas é tão gostosinho...
E não se esqueça do O
E tudo vem como ondas
Parece que tudo está no ar
É como navegar...
E o grand finale vem com R
Risos, rios, raios de sol
E a noite rima com lençol...
MAURO ROCHA 02/10/10
