terça-feira, 16 de março de 2010

OLHOS PÁLIDOS

Quando mergulhei no mar
Não sabia nadar
Abri os olhos
Não era o mar

Era teu corpo
A me levar
Eram teus olhos
A navegar

Na palidez do dia
Na maciez da noite
Como numa música
Que não quer acabar

Meus olhos
Teus olhos
E eu a navegar

Sobre a lua
Na noite nua
Meus olhos
Teu mar...


MAURO ROCHA 16/03/2010

9 comentários:

Zek disse...

Que lindas e suaves palavras....

É por isso que amo a palavra

Ana Cristina Cattete Quevedo disse...

Adoro esse poemas suaves de amor.
Pareço aquelça menina gordinha de "Carrossel" - "Mas é tãããooo romantico!" *.*

Beijo

=)

HSLO disse...

Os meus olhos estão assim.


abraços


Hugo

Canto da Boca disse...

Navegar nos e em olhos de amor, faz com que todas as luas valham a pena...

Abraço, Poeta!

Majoli disse...

Oi meu amigo Poeta.

Que encanto de poesia, que palavras lindas, que mergulho fascinante.

Amei!
Beijos com carinho no teu ♥

[ rod ] ® disse...

O mar da saudade sem fim... o corpo que ferve ao sentir-se seguro!

Abs meu caro amigo.

Agradeço pelas palavras lá no blog do Danilo e aproveito para convidar-te:


hoje estou tanto no dogMas quanto na Confraria dos Trouxas (blog novo que contribuo sempre às quintas-feiras)!


http://confrariadostrouxas.blogspot.com/2010/03/dama.html

Non je ne regrette rien: Ediney Santana disse...

poema da tarde, ao mergulho ao sol do dia..gostei da tua poética

ONG ALERTA disse...

A magia do amor...paz.

Le Vautour disse...

Você sempre me emociona...
Abração!