quinta-feira, 18 de setembro de 2008

FICÇÃO INÉDITA

Na casa...
Papel de parede
Na rua...
Tela de fundo

Os dias passam entre Romeu & Julieta
As noites passam feito cometa...

Escritos desenhados nos cafés
Músicas e sonhos dividem os canapés...

Hoje eu não vi a solidão
Acordei com a caricia da tua mão...

Teatro, cinema, tv
Registros de um mundo teclados por quem vê...

Vejo o espelho que descreve a alma
Sou o escritor que as folhas o vento espalha...

Vinicius, Bandeira, Drummond
Quintana, Cecília, e o café da manhã...

O melhor do dia é a noite tranqüila
O melhor da poesia são as palavras que colhemos nos versos do dia-a-dia...

Na parede...
Uma casa desenhada
No fundo...
O desejo dos anjos numa conversa animada...

Ficção ou realidade?
O que fazes da vida além de morar na cidade...

MAURO ROCHA 16/09/2008







17 comentários:

Bandys disse...

Mauro,
Gosto muito da maneira que escreves.
Parabéns!!

Beijos

Canto da Boca disse...

As paredes da alma estão a enfeitar seus escritos... E pergunto-lhe: o que a cidade lhe faz, como a cidade mora em ti? Muito mais do que fazemos na cidade, para mim é o que a cidade faz e deixa em mim... Belo escrito, Poeta.
Estive ausente, estava viajando e sem espaço para a net, peço desculpas pelo sumiço, foi necessário.
Um abraço e belas cidades dentro de ti, sempre!
;)

P.S.
Já leste do Italo Calvino, o livro, As Cidades Invisíveis?

paula barros disse...

"O melhor do dia é a noite tranqüila
O melhor da poesia são as palavras que colhemos nos versos do dia-a-dia..."

Gostei!

paula barros disse...

Mauro
Já pensou em tirar essas letrinhas?
Pensa com carinho, ajuda muito para comentar.

Aninha disse...

RJ 20h50
Noite fria sem chuva.Uma delícia


Bela ficção que sem dúvida se transforma em realidade na medida que entram em nossa mente e nosso coração.
"O melhor da poesia são as palavras que colhemos nos versos do dia-a-dia"

Sucesso!

Lampejos disse...

Poeta Mauro Rocha,

Realidade é te ler... Sempre.


(a)braços,flores,girassóis :)

Vivian disse...

...passeando via mouse pela madrugada, aqui aportei...e ao chegar já vi e gostei...gostei do jeito que escreves, dando vida às letras...parabéns por isso...muahhhhhh

Luís Nunes disse...

olá Mauro. qual era questão? peço desculpa pela minha memória, contacte-me por email. abraço.

paula barros disse...

Valeu Mauro, as letrinhas só se for na sopa agora, ou nos belos poemas.
Facilita muito.

(toda vez escrevo abraços e apago, hábito. rsrs)

Renata Maria Parreira Cordeiro disse...

Poeta:
É aniversário da Bruninha, minha sobrinha e afilhada, ela faz 11 anos, mas não terá festa, pois o seu pai, meu irmão, teve um infarto e está hospitalizado. Venha para a sua festa. Há de comer e de beber também para adultos.
Bjs,
Renata
wwwrenatacordeiro.blogspot.com

Claudia Perotti disse...

Gostei muito do jeitinho que arrumou cada letrinha!

Beijinhossssssssss

f@ disse...

O papel de parede e a tela gigante da vida... porque lá no papel tá mta coisa que na tela não tem e na tela mto que o papel imagina...
bj das nuvens

Lyra disse...

Lamentavelmente não me tem sido possível visitar este blog com tanta assiduidade quanta ele merece e que eu gostaria.
Fica, no entanto, a promessa de um regresso em breve para uma leitura pormenorizada.

Até lá ficam os desejos de tudo de bom e um excelente fim de semana.
Beijinhos e até breve.

;O)

P. S. - Nunca me esqueço de ti!

cristina disse...

Olá Mauro.
Seus poemas são simpre lindíssimos,
onde podemos encontrar palavras pueas e serenas ok.
Um beijo aqui de Portugal em direcção ao Brasil.
Até breve.

20 de Setembro de 2008 ás 13:00m

Renata Maria Parreira Cordeiro disse...

Está cada dia melhor, poeta. Mal está meu irmão.
Venha apreciar meu novo post, pois é fruto de muito sofrimento.
Um abraço,
Renata
wwwrenatacordeiro.blogspot.com

Clarice Lis disse...

"O melhor da poesia são as palavras que colhemos nos versos do dia-a-dia..."

Poeta, que bonito isso! E a conversa dos anjos? Bonito demais.

Não canso de repetir, ainda bem que resolveu voltar.

Carla disse...

adorei esta tua ficção que retrata uma qualquer realidade
beijos